Outro dia achei numa contribuição do LinkedIn uma imagem com quatro mapas da rede metroviária do Rio e de Xangai. Achei interessante e guardei.
Hoje sei porque guardei: Não existe nada melhor do que esta imagem com os quatro mapas pra visualizar a nossa situação sócio-econômico-política atual.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Beware of the "food-charts"...
Most of the graph types which have to do with food are mostly "indigestible"....
We should prefer the non-food types like:
Bars, columns, dots, lines, pins, needles.....
https://zebrabi.com/how-to-choose-the-right-chart/
...and keep distance from the more eccentric ones like:
Bullets, radars, funnels....
Spaghetti
Pie
Donut
Cheese(-Segments)
Pizza
Torus
We should prefer the non-food types like:
Bars, columns, dots, lines, pins, needles.....
https://zebrabi.com/how-to-choose-the-right-chart/
...and keep distance from the more eccentric ones like:
Bullets, radars, funnels....
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Don't miss the train.... Analytics from SAP III
...get
familiar with IBCS.
Saiu no
blog da SAP sobre analytics uma matéria sobre a aplicação do conceito IBCS
dentro do grupo dos clientes SAP falando das suas experiências e ferramentas disponíveis.
Bom saber que a própria
SAP também faz parte deste ilustre clube:
"And of course, our SAP Board adopted IBCS standards in
our own financial reporting back in 2011."
Uma das opções disponíveis no mercado por exemplo é o Chart-Me for SAP BusinessObjects Design Studio da Hi-Chart (www.hi-chart.com).
sexta-feira, 15 de abril de 2016
E eles continuam pecando.....
Saiu a nova pesquisa "27ª Pesquisa Anual do Uso de TI, 2016" da GVcia, FGV-EAESP
http://eaesp.fgvsp.br/sites/eaesp.fgvsp.br/files/pesti2016gvciappt.pdf
Porém em relação aos anos anteriores* nada mudou ("as-normas-ibcs-e-realidade-brasileira."). As inconsistências em relação às IBCS continuem..
*http://daikcon-success-bi.blogspot.com.br/2015/08/as-normas-ibcs-e-realidade-brasileira.html
http://eaesp.fgvsp.br/sites/eaesp.fgvsp.br/files/pesti2016gvciappt.pdf
Porém em relação aos anos anteriores* nada mudou ("as-normas-ibcs-e-realidade-brasileira."). As inconsistências em relação às IBCS continuem..
*http://daikcon-success-bi.blogspot.com.br/2015/08/as-normas-ibcs-e-realidade-brasileira.html
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Simplify II...
Uma interessante
alternativa para a apresentação de dados em forma de pizza e/ou torus é o uso
de gráficos de barras.
Como temos
visto no caso do “Simplify I” o principal objetivo dos gráficos em questão era
de mostrar uma comparação de diversos itens entre dois anos.
Infelizmente
a opção para os torus era inadequada pelo fato de não poder comparar os dados
simultaneamente e só em sequência.
Ao invés de facilitar a leitura o autor dos
gráficos provocou o contrário submetendo o leitor á jogar um tipo de “memory” –
memorizando a primeira situação para poder depois comparar com a nova situação.
Se tivesse optado pelo gráfico de barras ele teria conseguido em um gráfico só todos os objetivos e teria até aumentado a visibilidade e o grau de informação pelo uso adicional de gráfico(s) de desvio.
Assim ocupando o mesmo espaço mas com muito mais informações por m² e alta percepção.
quarta-feira, 23 de março de 2016
Gráficos profissionais em Excel ...
... é como Carnaval.
Para uns é
animadíssimo, exuberante, coloridissimo....
Carnaval no
sudeste do Brasil
Para outros parece ser algo mais sério.... J
Carnaval no sudoeste da Alemanha
No caso dos gráficos:
Para uns é animadíssimo, exuberante, coloridissimo ....
| 'Exar Chart Builder' - (www.exarprojects.com) |
Gráficos
profissionais em Excel no Brasil
Para outros
parece ser algo mais sério.... J
| http://www.hichert.com/en/excel/excel-templates/templates-2014.html |
Gráficos
profissionais em Excel na Alemanha
quarta-feira, 9 de março de 2016
Simplify....
...ou "simplificar"é uma das normas dos IBCS-(International Business Communication Standards) e significa o uso racional dos elementos da visualização de dados. Também engloba a sugestão de se livrar de todos os itens desnecessários de visualização que possam complicar a leitura e entendimento de um gráfico, tais como cores de fundo, logos, redundâncias, "gadgets" etc. (
Como "simplify" também podemos entender o arranjo das informações em espaços bem utilizados ajudando o objetivo de apresentar a informação em questão de forma legível. Traduzido para as normas IBCS entramos assim também nos campos dos "perceptual rules" e podemos além do "simplify" aplicar principalmente as regras do "express" e "condense" (ibcs-perceptual-rules).
Recentemente observo muito o uso de uma técnica que em nada facilita a leitura e entendimento quando o objetivo é a apresentação de comparações.
No seguinte exemplo* o autor além de escolher o tipo de gráfico errado, falhou na forma de apresentar a comparação que era o principal objetivo. Colocando as informações numa sequência de gráficos no mesmo local inibimos a percepção imediata das diferentes aparências da informação apresentada. Para poder identificar as mudanças nos valores entre 2013 e 2015 precisamos mentalmente gravar a primeira situação para depois poder comparar com a segunda situação na tela. Talvez algo fácil de fazer para um expert em "Memory" mas algo quase impossível para o leitor comum. Para facilitar a tarefa de comparar as diferentes situações sugere-se que o autor coloque os gráficos um ao lado do outro na mesma área. Assim podemos enxergar em um olhar só as diferenças.
*http://www.nielsen.com/us/en/insights/news/2016/usage-based-insurance-is-gaining-traction-particularly-among-millennials.html
Resta a dúvida se este tipo de gráfico atenda mesmo os objetivos de uma leitura facilitada? A regra "Express" - EX 2 REPLACE INAPPROPRIATE VISUALIZATIONS com certeza possa nos ajudar... Standards-Express
Como "simplify" também podemos entender o arranjo das informações em espaços bem utilizados ajudando o objetivo de apresentar a informação em questão de forma legível. Traduzido para as normas IBCS entramos assim também nos campos dos "perceptual rules" e podemos além do "simplify" aplicar principalmente as regras do "express" e "condense" (ibcs-perceptual-rules).
Recentemente observo muito o uso de uma técnica que em nada facilita a leitura e entendimento quando o objetivo é a apresentação de comparações.
No seguinte exemplo* o autor além de escolher o tipo de gráfico errado, falhou na forma de apresentar a comparação que era o principal objetivo. Colocando as informações numa sequência de gráficos no mesmo local inibimos a percepção imediata das diferentes aparências da informação apresentada. Para poder identificar as mudanças nos valores entre 2013 e 2015 precisamos mentalmente gravar a primeira situação para depois poder comparar com a segunda situação na tela. Talvez algo fácil de fazer para um expert em "Memory" mas algo quase impossível para o leitor comum. Para facilitar a tarefa de comparar as diferentes situações sugere-se que o autor coloque os gráficos um ao lado do outro na mesma área. Assim podemos enxergar em um olhar só as diferenças.
*http://www.nielsen.com/us/en/insights/news/2016/usage-based-insurance-is-gaining-traction-particularly-among-millennials.html
Resta a dúvida se este tipo de gráfico atenda mesmo os objetivos de uma leitura facilitada? A regra "Express" - EX 2 REPLACE INAPPROPRIATE VISUALIZATIONS com certeza possa nos ajudar... Standards-Express
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