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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

how you would visualize hurricanes

In July 2017 Cole Nussbaumer Knaflic published in her blog “storytelling with data” a chart form “the Economist” asking “how you would visualize hurricanes?” .







For the data visualizer it is very interesting to analyse the different approaches. We can observe, that the presentations concentrate nowadays on how to show the facts and tend to be more analytical. Maybe because of the scientific theme glitter and gimmicks fortunately disappeared. But most of the charts because of their scientific approach seem to take more time to fully understand the content. In an economic journal like “the Economist” in a first step a more simpler presentation than the proposed ones could have been more readable.





segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Campinas: Exportação avança 12% em janeiro....

Campinas: Exportação avança 12% em janeiro....

e boa noticia é informação (correio popular, 26 de fevereiro de 2017, pág.A2)


Porém, esta boa noticia poderia ter mais informativa através da escolha certa na visualização dos números. Como podemos ver, a tabela não acompanha a mensagem principal oferecendo a percentagem calculada. Fica por conta do leitor de verificar este dado.


E ao fazer isso encontra uma discrepância entre o valor na tabela e no destaque (que neste lugar deve ser errado). Será que esta pequena falha de redação prejudica a credibilidade do artigo?



Nos seguintes passos queremos mostrar como a legibilidade e o conteúdo de informação podem ser ampliados através de algumas simples modificações.

Uma tabela básica de valores como usada no artigo e no nosso exemplo inicial atende com certeza uma visão geral sobre a evolução da situação.

Porém, através da inclusão de itens gráficos podemos aumentar significativamente o entendimento dos dados: Num olhar só é possível enxergar a evolução e as relações entre os componentes. Assim ganhamos mais tempo para a analise e interpretação dos dados.


Através de números relativos fica mais fácil de mensurar o impacto.


Como se trata no nosso exemplo de dados de uma série de tempo a sugestão da IBCS é apresentar os dados graficamente num gráfico de colunas. E na combinação com gráficos de desvios percentuais podemos ter uma visão mais completa. Aqueles 12% de crescimento de exportação (no nosso exemplo 13% por causa de arredondamentos) em relação ao janeiro do ano anterior mostram só um pequeno detalhe dentro de um quadro muito mais complexo: O mês atual apresenta o menor saldo negativo na balança comercial. O crescimento das exportações vêm em cima do pior valor anterior dos últimos 5 anos e o recuo nas exportações e importações dos últimos anos mostra que a nossa economia vai mal mesmo. E por último podemos observar que a atividade econômica da nossa cidade não é focada em exportações.



Fazer analises em cima de uma determinada constelação de dados como no nosso caso onde comparamos só os dados de janeiro de vários anos sempre contém o risco de tirar conclusões incompletas. Neste caso o detalhamento mensal de um ou vários anos ou o uso de valores anuais acumulados facilita uma visão mais profunda.


Incluir os valores mensais de um ano já ajuda muito no entendimento da situação. Porém, melhor ainda seria ampliar o intervalo para 3 ou 5 anos ainda. Interessante para o leitor com certeza seria uma comparação com outras cidades do mesmo tamanho para poder avaliar a gravidade da situação por exemplo. Enfim, aumentar a densidade de informação resultaria em inúmeros efeitos positivos para o leitor.


Ao invés de optar por uma tabela só, um gráfico da seguinte forma poderia ter trazido muito mais conteúdo ao artigo. E nem por isso viraria algo cientifico e continuaria ainda sendo "popular".





quinta-feira, 24 de novembro de 2016

KPI charts no padrão IBCS

Na contribuição anterior mostramos alguns exemplos de KPI charts selecionados pelo Chandoo.
Hoje queremos mostrar alguns exemplos de KPI charts de dados financeiros aplicando o formato IBCS. Como se trata somente de dados atuais e do período anterior todos os indicadores podem ser apresentados em forma de barras com os dados básicos no lado esquerdo e os indicadores resultantes na direita.


Os charts básicos


.... com a composição do indicador...


... e destacando os componentes.


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Gráficos que atendem

As mensagens chave para os executivos são escondidas em montanhas de dados cada vez mais complexos. A apresentação legível deles requer uma excelente visualização.
Não faz muito tempo, que a visualização de dados não era mais que um bom artifício. Algo para os gestores com um carinho especial por gráficos e dados. Hoje porém, nenhum líder consegue trabalhar sem, pois muitos relacionamentos só podem ser descobertos através de um processamento visual. A força motriz por trás deste desenvolvimento são dados. Decisões de negócios baseiam-se cada vez mais na informação que vem tão rapidamente e em tal maciço volume sobre nós que, sem um certo grau de abstração, por exemplo através da visualização, seriamos incapaz de compreender-la No comércio eletrônico por exemplo após um dia de serviço um gerente de sortimento tem tantos diferentes tipos de cliques com as mais diversas ações associadas a eles na sua base de dados que o volume de dados supera muitas vezes o conteúdo de uma completa enciclopédia britânica. Categorizar , analisar, identificar tendências e anomalias e tomar decisões em cima destas montanhas de dados é quase impossível de realizar sem visualização.
Dados não-estatísticos também devem ser processados visualmente. Sistemas complexos, tais como fluxos de trabalho corporativos ou a maneira como os clientes se movem numa loja, por exemplo podem ser dificilmente entendidos sem visualização, e muito menos pensando em otimização.
Graças à internet e do número crescente de ferramentas de software de baixo custo hoje em dia qualquer um pode criar visualizações - mesmo sem conhecimentos específicos em processamento de dados ou elaboração de gráficos. Em princípio trata-se de uma evolução positiva. Ela tem apenas uma desvantagem: Ela promove a tendência de irrefletidamente criar com apenas alguns cliques diagramas e gráficos, sem ter previamente definido a direção e o objetivo claro da ação. O conveniente e confortável substituí o bom resultado: Os gráficos na maioria são suficientes, na pior das hipóteses, ineficazes. Quem transforma automaticamente as células de uma tabela num gráfico, apenas visualiza uma parte de uma tabela, mas nenhum conceito.
Para os especialistas em apresentação o gráfico reflete uma situação de ação humana, cujo conteúdo podemos transmitir para o público através de mensagens, indicadores, destaques, comentários e muitos outros meios de visualização. Mensagens como "Os nossos resultados financeiros pioraram no terceiro trimestre." não funcionam adequadamente, mas quando a mensagem é: “Nosso melhor cliente deixou de comprar 5 produtos no valor de XY em agosto por falta de ....” chama a atenção de todo mundo.
Se os gestores querem criar melhores gráficos, muitas vezes eles começam a aprender regras a partir de perguntas como: Quando eu uso um gráfico de barras? Quantas e quais cores posso usar no máximo? Onde sai a lenda? Eu tenho que começar meu eixo Y em zero? Uma gramática de visualização é importante e útil e um passo necessário para fazer bons gráficos. Mas sem a clareza sobre o qual mensagem e que impacto o gráfico deveria causar e assim como organizar a informação o objetivo de ajudar na tomada de decisões não será alcançado. Seria como comprar um bilhete e deixar o destino em aberto.




sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Six is more than one – Gráficos múltiplos em apresentações financeiras

Relatórios anuais, documentos CVM / SEC, apresentações corporativas, teleconferências, apresentações de resultados trimestrais, fichas técnicas - no mundo das empresas públicas encontramos uma grande quantidade de produtos de comunicação com a finalidade básica de informar e ajudar a tomada de decisões.
A maioria das publicações é feita de texto, tabelas e estatísticas a fim de cumprir os requisitos formais das autoridades legais e dos acionistas.
Encontramos mais fotos, representações gráficas e tabelas de dados em documentos como os relatórios anuais, resultados de ganhos trimestrais e apresentações corporativas emitidas para investidores e ao público interessado. Como na maior parte todos esses documentos estão disponíveis ao público na parte de relações investidores das homepages das empresas, eles geralmente cobrem períodos de vários anos e assim podem ser facilmente comparados. Em geral é muito interessante ver como as empresas se comportam quando se trata da visualização de informações, especialmente informações financeiras, pois podemos afirmar, que a maioria deles ainda encontra se entre os extremos de "obra de arte" e "concepção técnica pura".
No caso seguinte, queremos mostrar como a informação financeira é visualizada em relatórios de hoje e se ou em que medida satisfazem os requisitos de normas de visualização como por exemplo aquelas da IBCS Association (www.ibcs-a.org).
Entendemos a necessidade de padrões de visualização em apresentações financeiras quando levamos em conta os objetivos básicos de comunicação empresarial - informar, a fim de tomar decisões. É por isso que a transparência, a leitura, compreensão, exatidão e credibilidade são de grande importância nesta área. Estamos convictos de que com a introdução de padrões de notação aumenta a transparência proporcionando compreensão e credibilidade. Quando estabelecemos regras para o projeto conceitual e visual de relatórios e apresentações  tornamo-los mais fáceis de entender através de mensagens claras, estrutura, elementos  gráficos significativos e uma densidade de informação mais elevado por página. E, se seguirmos as normas que apresentamos visualizamos a informação de uma forma completa, correta, confiável e comprovada, aumentando assim a credibilidade.
No seguinte caso em formato "antes e depois" queremos mostrar até que ponto corporações hoje aplicam algum tipo de padrões de notação em suas apresentações financeiras e como um gráfico compatível com as normas IBCS pode parecer.
O exemplo foi feita a partir do "1stQuarter 2016 Results" -Apresentação da CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz) (CPFL Energia, 1Q16 Resultados - http://cpfl.riweb.com.br/), uma das maiores empresas de propriedade privada do setor energético brasileiro. Uma das razões pela escolha da CPFL foi o bom acesso aos documentos nas relações com os investidores e a quantidade satisfatória de material diferente durante um longo tempo.

Na próxima etapa, analisamos o nosso exemplo, confrontando-o com as regras SUCCESS notadamente SAY, UNIFY, CONDENSE, CHECK, EXPRESS, SIMPLIFY, STRUCTURE (www.hichert.com).





A breve análise do exemplo gráfico resultou em algumas conclusões básicas:


1 Mensagem ausente
Usando uma mensagem que compreende uma frase toda ajuda o leitor a entender mais rapidamente o problema e guiá-lo diretamente para o ponto de interesse.
2 Posicionamento de lendas
Se posicionar a legenda junto ao objeto gráfico proporciona uma melhor orientação para o leitor.
3 Orientação da catarata: Estrutura em função do tempo
Em nosso caso, o gráfico deve ser girado em 90 graus para formar uma catarata estrutural. Elas são organizadas de forma vertical e apenas cataratas apresentando séries temporais são horizontais.
4 Tipo de gráfico
O uso de gráficos de pizza é muito controversa. No nosso caso nós preferimos gráficos de barras, uma vez que facilitam a leitura e ocupam menos espaço.
5 Escalonamento
Um dos aspectos mais importantes da IBCS rege a relação de escala. Se nós não usamos a mesma escala para as mesmas medidas transmitimos uma imagem distorcida das relações reais de dados, tornando-o impossível de compará-los e, assim, nos levar a decisões erradas.
6 Tipo de gráfico
Em relação ao gráfico número 5 entendemos a intenção do designer para mostrar uma certa tendência para duas medidas. Neste caso, sugerimos usar uma representação de linha em vez de colunas para uma melhor leitura.
7 Cenários
Ao trabalhar com períodos de tempo podemos normalmente distinguir a linha do tempo em passado, presente e futuro. Neste caso devemos introduzir este fato também em nosso gráfico com marcadores de cenário.
8 Ruídos
Consideramos como "ruído" elementos desnecessários, como logotipos, formatação de fundo etc. Nós podemos deixá-los fora, como eles não dão qualquer informação útil.
9 Efeitos 3D
Como efeitos 3D não contêm informação adicional útil podemos simplesmente deixá-los fora.
10 Utilização de cores
As regras IBCS sugerem uma utilização racional de cores. Cor, nesse caso, tem um significado e indica, por exemplo, situações especiais. Cenários, onde usamos preto e cinza, ou desvios usando verde e vermelho, círculos de comentário onde usamos formas de azuis ou determinadas colunas onde usamos diferentes tons de cinza estão seguindo um conceito de cor finamente definido com a finalidade de orientar o leitor.

De acordo com nossas conclusões anteriores foi elaborada com a ferramenta Zebra.BI (www.zebra.bi)a seguinte sugestão de um novo exemplo de diferente aparência mas mantendo a mesma informação. Uma atenção especial foi dada aos princípios Top-Ten IBCS (ver www.ibcs-a.org) como 1-Mensagens, 2-Titulos, 3-Tempo & estruture, 4-MECE (Estruturas Mutually Exclusive and Collectively Exhaustive), 5-Gráficos. 6-Rótulos, 7- Cenários, 8-Desvios, 9-Escalonamento e 10-Destaques.

1Q16 Results made with Zebra.BI according to SUCCESS rules

Em comparação com muitos outros exemplos de visualização, podemos ver no nosso caso "antes e depois" no exemplo antes já uma forma promissora de melhor apresentação de dados. Mas de acordo com as regras SUCCESS ainda há espaço para melhorias.
Em um passo futuro, vamos ver como este gráfico básico e compatível com o SUCCESS pode ser desenvolvido gradualmente, acrescentando alguns novos recursos a fim de cumprir ainda melhor as necessidades de informação, como a transparência, legibilidade e alta densidade de informação.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

A very common chart type.... To color or not to color?

Some time ago I published a contribution about an original column chart which could be displayed best according to IBCS rules as a bar chart.  IBCS also suggests to follow a color scheme where different tons of grey/black are applied as basic chart colors. In some cases, especially when it comes to corporate presentations and where certain colors are part of corporate design it is useful to apply different color schemes. What do you think?






quarta-feira, 9 de março de 2016

Simplify....

...ou "simplificar"é uma das normas dos IBCS-(International Business Communication Standards) e significa o uso racional dos elementos da visualização de dados. Também engloba a sugestão de se livrar de todos os itens desnecessários de visualização que possam complicar a leitura e entendimento de um gráfico, tais como cores de fundo, logos, redundâncias, "gadgets" etc. (

Como "simplify" também podemos entender o arranjo das informações em espaços bem utilizados ajudando o objetivo de apresentar a informação em questão de forma legível. Traduzido para as normas IBCS entramos assim também nos campos dos "perceptual rules" e podemos além do "simplify" aplicar principalmente as regras do "express" e "condense" (ibcs-perceptual-rules).

Recentemente observo muito o uso de uma técnica que em nada facilita a leitura e entendimento quando o objetivo é a apresentação de comparações.

No seguinte exemplo* o autor além de escolher o tipo de gráfico errado, falhou na forma de apresentar a comparação que era o principal objetivo. Colocando as informações numa sequência de gráficos no mesmo local inibimos a percepção imediata das diferentes aparências da informação apresentada. Para poder identificar as mudanças nos valores entre 2013 e 2015 precisamos mentalmente gravar a primeira situação para depois poder comparar com a segunda situação na tela. Talvez algo fácil de fazer para um expert em "Memory" mas algo quase impossível para o leitor comum. Para facilitar a tarefa de comparar as diferentes situações sugere-se que o autor coloque os gráficos um ao lado do outro na mesma área. Assim podemos enxergar em um olhar só as diferenças.







*http://www.nielsen.com/us/en/insights/news/2016/usage-based-insurance-is-gaining-traction-particularly-among-millennials.html

  
Resta a dúvida se este tipo de gráfico atenda mesmo os objetivos de uma leitura facilitada? A regra "Express" - EX 2  REPLACE INAPPROPRIATE VISUALIZATIONS com certeza possa nos ajudar... Standards-Express



terça-feira, 25 de agosto de 2015

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Gráficos impressionantes

Gráficos impressionantes são aqueles que deixam marcas. Em seguida uma breve seleção de gráficos de corporações brasileiras que impressionaram muito. Principalmente nas categorias de criatividade, uso de cores e formas de apresentação da informação...